Palavra de Deus

Salmos 39

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Antigo Testamento

Salmos 39

Disse: Guardarei os meus caminhos para não delinquir com a minha língua: guardarei a boca com um freio, enquanto o ímpio estiver diante de mim.

Com o silêncio fiquei mudo; calava-me mesmo acerca do bem, e a minha dor se agravou.

Esquentou-se-me o coração dentro de mim; enquanto eu meditava se acendeu um fogo: então falei com a minha língua.

Faze-me conhecer, Senhor, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.

Eis que fizeste os meus dias como a palmos, o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade que todo o homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade (Selá).

Na verdade que todo o homem anda como uma aparência; na verdade que em vão se inquietam: amontoam riquezas, e não sabem quem as levará.

Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti.

Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opróbrio dos loucos.

Emudeci: não abro a minha boca, porquanto tu o fizeste.

Tira de sobre mim a tua praga; estou desfalecido pelo golpe da tua mão.

Quando castigas o homem, por causa da iniquidade, com repreensões, fazes com que a sua beleza se consuma como a traça: assim todo o homem é vaidade (Selá.)

Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou estranho para ti e peregrino como todos os meus pais.

Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá, e não seja mais.

Texto hospedado no servidor do Mundo Cristão: Almeida de 1911 com ortografia atualizada, em domínio público. Consultar procedência.