Coincidências ou ação divina?

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Não estamos aqui com o intuito de afirmar nada e nem tão pouco “puxar a sardinha” para o lado do presidente eleito dos E.U.A. Não podemos insinuar nada sobre ele, se será usado para o bem ou para o mal, afinal Donald J. Trump ainda é uma incógnita.

Também pode ser apenas mais um presidente americano, como qualquer outro. Porém, Deus tem muitas maneiras de se pronunciar com a humanidade, e utiliza-se de vários meios para chegar a despertar o ser humano (principalmente os filhos) sobre o tempo profético em que se encontram. Abrindo um parêntese aqui, quero pontoar que Deus utiliza-se de governantes para executar todo o Seu desígnio sobre a face da terra, quer seja para juízos ou para bênçãos, e antes que alguns venham a achar que eu estou afirmando que o presidente eleito é um homem de Deus, quero deixar claro que há uma grande diferença em ser “homem de Deus” e ser “instrumento nas mãos de Deus”. Um homem de Deus é aquele que anda segundo o coração de Deus, que quer agradar a Deus e também procura obedecer a Deus com diligência, segundo a Sua palavra – como foi o caso de Davi – Um instrumento nas mãos de Deus nem sempre é também um homem de Deus, mas uma pessoa ou algo usado para que Deus quer executar; portanto esse “instrumento nas mãos de Deus” pode muito bem ser um ímpio ou até mesmo um iníquo, e temos diversos casos de homens na bíblia que foram instrumentos nas mãos de Deus – Faraó, Sisaque, Nabucodonozor, Artaxerxes, Ciro, etc. – Todos esses não foram necessariamente homens de Deus, mas foram instrumentos hora para juízos sobre o povo de Israel, hora para livramentos e bênçãos.

Se formos pegar o caso da vitória de Trump (mesmo que ele não seja um “instrumento nas mãos de Deus”) porém a situação dessa 45° nomeação para presidente dos Estados Unidos traz alguns pontos curiosos e interessantes a serem observados. Como disse Deus está utilizando dessas eleições (Já que toda a terra estava de olhos voltados para ela, da qual carregava muitos dos interesses perversos dessa geração) para nos chamar atenção para o tempo importante que estamos presenciando. E deixando de lado as teologias e analogias sobre anticristo, besta e outras coisas mais, quero que o leitor se atente a esses tópicos que serão pontuados, afinal Israel é o relógio profético de Deus para os homens; e tudo o que for inerente a decisões ou eventos que outras nações têm em relação a Israel, devem ser no mínimo considerado.

Sem nenhuma forma de achismos e “doutrinas” ou dogmas quero convidar a você meu caro (a) leitor (a) para algumas coisas que podemos levar em consideração sobre esse assunto. Antes de tudo temos que entender alguns pontos primordiais sobre Deus, e o principal (nesse caso) é que “Ele muda os tempos e as estações; ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos entendidos” Daniel 2:21. Ao entender isso, eu te convido a ler com atenção e orar ao Deus dos céus para que Ele abra o seu entendimento sobre os pontos que serão tratados nesse artigo. Vamos lá então?

Há algumas coisas intrigantes a serem analisadas, e a primeira dela é que: essas eleições americanas em especial, foram acompanhadas atentamente por todos os continentes da terra; aliás foi disponibilizado na internet um link para quem quisesse acompanhar on-line o desenrolar do resultado dessas eleições, algo inédito. Praticamente o mundo todo se dividiu e esperou bem atento e ansioso pelo resultado de tal eleição, pois o que estavam em pauta eram muitos assuntos de interesses mundiais, entre eles o futuro da economia, homossexualidade, aborto, imigrantes, refugiados, Israel/Palestina, religião, movimentos sociais, extinção da humanidade, wikileaks, Rússia, Síria, China e muitos outros assuntos que fizeram parte da pauta da corrida presidencial dos Estados Unidos.

A vitória de Trump deixou muitas pessoas (inclusive cristãos que se simpatizavam com a Hillary), grupos, organizações, mídias, etc. Todos desapontados e inconformados, pois a vitória de Trump acarretou no adiamento de muitos planos que a agenda global pretendia implementar na terra. Alguns grupos até se organizaram para praticarem um verdadeiro pandemônio nas ruas americanas após a vitória de Trump [Leia nosso artigo aqui].

Além desses acontecimentos acima por si só já serem algo impressionante, também nos ensina algo importante sobre o momento que vivemos – o ser humano não quer mais o governo de Deus sobre eles, e pensam que mancomunando entre eles conseguirão algum progresso em seus perversos planos – Mesmo que os homens tramem seus planos, é Deus que governa todas as coisas. Ainda que todos os governos do mundo se rebelem e planejem contra Deus, Ele ri de todos (Salmos 2), pois em Suas mãos estão o Governo e o Poder não só da terra como também dos ceús, e nada acontece sem a Sua vontade (esse também é um ponto muito importante que a igreja precisa aprender sobre o Grande Eu Sou).

Foi Deus quem estabeleceu Donald J. Trump na presidência dos Estados Unidos e em cima desse estabelecimento nos aponta coisas importantes, tais como:

Trump ganhou as eleições e será o primeiro presidente a prestar juramentos aos 70 anos, 7 meses e 7 dias de vida.

Será o primeiro presidente pró-Israel a governar durante a quinta década (50 anos) da tomada do Monte do Templo e do Muro das Lamentações em Jerusalém. Será o primeiro presidente a celebrar o 70º aniversário da anexação de Jerusalém como capital de Israel.

Trump assumirá a presidência: 5 décadas da conquista do Monte; 7 décadas da vida de Trump; 7 meses desde seu último aniversário e

7 dias. Apresentando assim uma resultante 5777 (ano hebraico atual). Lembre-se de que o número 7 está ligado a perfeição de Deus e toda a vez que vemos o número “7” podemos dizer que é uma assinatura divina.

Trump se torna o presidente americano de número 45.

Utilizando esses fatores acima podemos analisar que em Isaías 45, Deus chama o Rei Ciro de Seu ungido (ou ENVIADO, para uma melhor compreensão). No mesmo capítulo podemos destacar os seguintes pontos:

O rei Ciro da Pérsia autoriza a Esdras e Neemias a reedificar os MUROS e a cidade de Jerusalém;

O rei Ciro permite os Israelitas edificar o segundo templo. Ele abençoa em extremo ao povo de Deus.

Disso podemos destacar 03 palavras chaves: MURO, CIDADE e TEMPLO.

Os Três pilares da plataforma política de Trump:

Edificar um MURO

  1. Reconstruir CIDADES
  2. Restabelecer a liberdade RELIGIOSA

Coincidência ou agir de Deus?

Outro fator intrigante é o significado do nome Trump. Trump em inglês, também significa trombeta. Em toda a bíblia, se você for ler de Gênesis à Apocalipse, você perceberá que Deus sempre usa uma ligação do nome de alguém, ou dEle próprio para marcar um período ou um fenômeno.

A trombeta (ou o shofar) é símbolo de preparação para guerra, para um evento festivo ou para um evento grandioso. Então, estejamos de olho sobre o que vem por aí. Fixem seus olhos nos acontecimentos de Israel, pois é de lá que vem os grandes sinais de Deus para toda a humanidade. Deus até envia grandes sinais em diversas nações, mas é de Israel que provêm os sinais mais representativos para essa nossa geração.

Fonte: A ultima trombeta

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